Nem me lembro da última vez que tive um começo de ano tão zicado: Menos turmas, menos grana, menos tudo, só na Igreja que as coisas estão bem, acho que é o Pai Celestial dando o lembrete de sempre confiar nele, e acho que isso é a única coisa que tem me sustentado nessas penosas últimas semanas. Valeu Pai!
Patorishio
Para entender -ou não- uma mente atormentada por idéias.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
2012 Chegou com os dois pés no meu peito.
Mesmo as perspectivas que se mostraram nesses 25 dias já são intimidantes, mas diante disso a única coisa que posso dizer é "challenge accepted!"
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Amigos sempre amigos.
Tava conversando hoje com uns amigos com quem não tive contato por anos. Acho que a distância acabou tornando-os um pouco estranhos para mim, não sabia sobre o que conversar, percebi que agora sei pouco sobre pessoas que tanto significam pra mim. Gosto deles tanto quanto antes, mas os conheço menos.
Teve uma coisa boa nisso: Foi como conhecê-los novamente, como passar por todo o processo de um cativar o outro, como o desafio de tranformar um estranho em amigo, pude redescobrir a alegria de tê-los comigo.
Teve uma coisa boa nisso: Foi como conhecê-los novamente, como passar por todo o processo de um cativar o outro, como o desafio de tranformar um estranho em amigo, pude redescobrir a alegria de tê-los comigo.
Resisti o quanto pude.
Mas acabei criando um blog. Às vezes há tantas idéias na minha cabeça, gritando para serem consumadas, que acho que seria uma injustiça negar-lhes a existência, talvez ninguém mais as dê ouvidos, e eu seja a única pessoa que pode lhes dar vida.
Elas me acompanham, me perturbam, me incomodam, me confortam, me afagam; quando me sinto um verdadeiro inútil, elas me fazem sentir prestativo, pois as ouço, as considero, mas no entanto nunca fui bom o suficiente para trazer-lhes à tona.
Acho que não sou o único a quem elas recorrem, cansei de, após uma conversa com elas, vê-las partir para alguém que lhes faça algo, que vá além da conversa, e não é nenhuma surpresa quando vejo alguém desfilá-las por aí como se elas nunca tivessem sido minhas.
Mas decidi fazer diferente e reclamá-las só para mim, para poder desfilá-las do meu lado, com isso começo meu blog.
Elas me acompanham, me perturbam, me incomodam, me confortam, me afagam; quando me sinto um verdadeiro inútil, elas me fazem sentir prestativo, pois as ouço, as considero, mas no entanto nunca fui bom o suficiente para trazer-lhes à tona.
Acho que não sou o único a quem elas recorrem, cansei de, após uma conversa com elas, vê-las partir para alguém que lhes faça algo, que vá além da conversa, e não é nenhuma surpresa quando vejo alguém desfilá-las por aí como se elas nunca tivessem sido minhas.
Mas decidi fazer diferente e reclamá-las só para mim, para poder desfilá-las do meu lado, com isso começo meu blog.
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